Sensibilidade no clareamento dental: por que acontece e como evitar
É o medo número um de quem pensa em clarear os dentes: a sensibilidade. Ela existe, sim — mas é temporária, controlável e, com o protocolo certo, muitas vezes nem aparece. Entenda o que acontece no dente e como clarear com conforto.
Por que o clareamento dá sensibilidade?
O gel clareador libera oxigênio que atravessa o esmalte para quebrar os pigmentos. Nesse processo, o dente fica temporariamente mais permeável, e os estímulos (frio, principalmente) chegam com mais facilidade aos nervos. Resultado: aquelas "fisgadas" rápidas, geralmente nas primeiras 48 horas após a sessão.
O que é normal — e o que não é
Normal: sensibilidade leve a moderada ao frio, em fisgadas passageiras, nos primeiros dias. Não é o esperado: dor forte, contínua ou que piora com o tempo — nesse caso, a dentista deve ser avisada, pois pode haver cárie ou trinca que precisava de tratamento antes.
Como clarear com o mínimo de sensibilidade
- Avaliação antes de tudo: cáries, trincas e retração de gengiva são as grandes causas de dor no clareamento — e precisam ser tratadas primeiro.
- Protocolo sob medida: concentração do gel e tempo de aplicação ajustados ao seu perfil, não um padrão único.
- Dessensibilizantes: cremes dentais e géis específicos, usados antes e durante o tratamento, reduzem muito o desconforto.
- Ritmo ajustável: no clareamento caseiro supervisionado, dá para reduzir o tempo diário ou pular um dia — sem perder o resultado.
A sensibilidade passa?
Passa. Ela é transitória: o dente se reidrata e volta ao normal dias após o fim do tratamento — sem dano ao esmalte, quando o clareamento é conduzido por profissional. É exatamente essa condução que separa uma experiência tranquila de uma dolorida.
Cuide disso com quem acompanha você de perto
Na OdontoFull, no Eldorado em Contagem, toda avaliação é feita pela Dra. Thaís. Conheça a página do clareamento de consultório ou agende sua consulta agora.
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