Restauração · Blog OdontoFull

Restauração antiga: quando trocar (e por que não esperar cair)

Restauração não é para sempre — e tudo bem. Com os anos, o material sofre com a mastigação, as bordas se desgastam e a vedação enfraquece. O problema não é a restauração envelhecer: é esperar ela falhar para agir. Veja os sinais de que a troca chegou.

Sinais visíveis

  • Escurecimento ou manchas nas bordas — indicam infiltração começando.
  • Fratura ou pedaço faltando na restauração.
  • Restauração de amálgama (metal escuro) — funcional em muitos casos, mas datada esteticamente e, com o tempo, sujeita a microfraturas nas bordas.
  • Diferença de cor — a resina antiga pigmentou e destoa do dente (comum após um clareamento).

Sinais que se sentem

  • Sensibilidade nova no dente restaurado.
  • Fio dental que desfia ou prende sempre no mesmo ponto — sinal clássico de borda aberta.
  • Sensação de degrau ou aspereza com a língua.

O perigo silencioso: a cárie por baixo

Quando a vedação da restauração falha, bactérias entram pela fresta e formam cárie embaixo da restauração — invisível a olho nu e indolor por muito tempo. Quando dá sinal, o dano já é grande; não raro, o que seria uma troca simples vira canal. É por isso que "esperar cair" é a pior estratégia: a queda é o fim de um processo que começou muito antes.

Como funciona a troca

Simples e geralmente em sessão única: remove-se a restauração antiga, verifica-se (e trata-se) qualquer cárie sob ela, e o dente é reconstruído com resina na cor exata do esmalte atual. De quebra, o resultado estético dá um salto — especialmente na troca de amálgama por resina.

Na prática: restaurações devem ser checadas nas revisões periódicas. A Dra. Thaís avalia a vedação de cada uma e indica a troca no momento certo — nem antes do necessário, nem depois do seguro.

Cuide disso com quem acompanha você de perto

Na OdontoFull, no Eldorado em Contagem, toda avaliação é feita pela Dra. Thaís. Conheça a página da restauração dental ou agende sua consulta agora.